Sob a orientação da professora Sandra Medeiros, há doze anos, nosso grupo inicia o dia com uma animada aula de ginástica na Praia do Leblon.
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Sábado, Fevereiro 28, 2004
Li no blog da Cora:
Viajando com meu cocker spaniel, escrevi antecipadamente ao Hotel Amador Las Cruces, no Estado do Novo México, para saber se podiam acomodar um hóspede de quatro patas. Eis a resposta:
"Trabalho na indústria hoteleira há mais de 30 anos. Até agora nunca precisei chamar a polícia para expulsar um cão que estivesse promovendo distúrbios até altas horas. Até agora, nunca vi um cão pôr fogo na roupa da cama por adormecer com cigarro na mão. Também nunca encontrei uma toalha ou um cobertor do hotel na mala de um cão, nem manchas deixadas nos móveis pelo fundo da garrafa de um cão.
É claro que aceitamos o seu cão.
PS: Se ele se responsabilizar pelo senhor, venha também."
3:39 PM
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Quarta-feira, Fevereiro 25, 2004
4:34 PM
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Sábado, Fevereiro 21, 2004
Embora esteja impossibilitada de postar, por absoluta falta de condições técnicas das minhas linhas telefônicas, dei uma passadinha em uma das lojas da vizinhança que têm acesso funcionando, só para desejar a todos um divertido carnaval.
Lembre-se: se for dirigir, não beba; se for beber, me convide...
1:34 PM
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Terça-feira, Fevereiro 17, 2004
O RIO DE JANEIRO CONTINUA LOUCO
Fernanda Young
Estive dois dias no Rio e, chegando de volta a São Paulo, isso me fez pensar. O fato é que não consigo ir ao Rio sem retornar contundida, resfriada, ressacada. Mas a sensação é sempre de que valeu a pena, porque lá você se diverte, e se diverte muito, mesmo que não seja essa a sua intenção. O divertimento persegue você pelas ruas cariocas e não há como se esconder dele porque não existe cidade no mundo com tanta alegria de viver por metro quadrado. No Rio, você sai para comprar um cigarro e, na esquina, subitamente o cigarro se transforma num chope, subitamente a esquina se transforma numa pizzaria no Leblon e, quando você se dá conta, está contando confidências para uma pessoa que você nunca tinha visto antes, com a bolsa cheia de números de telefone. E mesmo os cariocas dizem que São Paulo tem muito mais opções de divertimento. Ok, aqui o número de lugares para se ir impressiona, a quantidade de gente que freqüenta a noite também, mas a questão é que, no Rio, não é necessário ser de noite nem se estar em algum "lugar" para se divertir. O perigo pode estar em qualquer calçada, banca de jornal ou farmácia. Basta você encontrar um conhecido que outro já aparece e daqui a pouco alguém vem com a idéia de se tomar alguma coisa logo ali. A próxima vez que você olha no relógio já são quatro da manhã e você está num galpão dançando funk. Comigo, pelo menos, é sempre assim: vou a trabalho e o trabalho já é uma curtição, pois a reunião de negócios tem vista para o mar. Depois sempre tem alguma festinha já que, no Rio, basta alguém levar uma bebida e ligar o rádio para se ter uma festinha. E, como há o hábito de cada um levar a sua garrafa, todo mundo acaba se esbaldando junto. Na hipótese bastante provável da festinha virar festa porque um chama o outro e o outro sempre chama mais um prepare-se para atingir índices inéditos de divertimento porque, no Rio, uma festa só acaba quando dá policia. Sendo que a música só abaixa mesmo quando o aniversariante (no Rio sempre tem um aniversariante para justificar a algazarra) é quase levado em cana. Sou do Rio, moro em São Paulo e amo São Paulo. Mas, desculpem-me, os paulistas têm muito que aprender com os cariocas em matéria de divertimento. No Rio, não tem VIP nem famoso, não tem "in" nem "out", não tem cafonas nem bem-vestidos. Lá, está todo mundo igual, nu nas praias, seminu ao redor delas. Sem pudor de se divertir e sem vergonha de se exceder.
Os cariocas sabem pagar mico com categoria.
3:23 PM
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Sábado, Fevereiro 14, 2004
Devido às péssimas condições das minhas linhas telefônicas, está sendo difícil atualizar o blog.
Aproveito para pedir a sua opinião sobre "Velox x Virtua" e aceito qualquer informação sobre acesso predial.
5:58 PM
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Sábado, Fevereiro 07, 2004
5:17 PM